Negócios

Timing é tudo nos games. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

A criação do videogame Pong, por Nolan Bushnell e Ted Dabney em 1972, marcou o início da era da "diversão eletrônica". Este termo abrangia também as outras opções de máquinas que compunham o local (ou loja) chamado fliperama. Todo fliperama era na verdade um mini universo de diversão na década de 60/70, dominado por pinballs e arcades mecânicos.

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Narratologia Essencial para GameDevs ‐ Propp e a Estrutura para Games. Por Janaina L. Azevedo, colunista do Drops de Jogos

Como esta é a primeira publicação que faço aqui no Drops de Jogos, é bom explicar tudo bem direitinho: Narratologismos é uma coluna voltada ao estudo e à compreensão das Narrativas nos Games. Entretanto, eu ainda não pretendo mergulhar de cara em análises e comentários sobre este ou aquele jogo. Como esta é uma coluna pensada para desenvolvedores, o plano é bem mais simples que isso: Vamos começar do básico, do elementar para quem quer produzir jogos calcados e fundamentados em boas narrativas, em interatividade, em transmidiação. Vamos entender, nesta primeira instância, o que é Narratologia.

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Cinco dicas para aproveitar testes na estratégia do seu game. Por Paulo Luis Santos, colunista do Drops de Jogos

O feedback de testes é uma das ferramentas mais importantes no processo de desenvolvimento de games. Uma equipe de desenvolvimento pode furar a sua própria bolha e coloca o seu jogo nas mãos de quem nada conhece sobre ele. Nessa situação um oceano de insights começa a desaguar. 

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Apertem os cintos, o piloto já era na crise. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Cenário 1: Você está diante do computador, programando seu mais novo game, ilustrando-o ou sonorizando as fases. Feliz da vida porque em breve ele estará no Greenlight do Steam. Quer faturar em dólares com vendas ao redor do planeta, longe do mercado local onde, afinal, brasileiro não consome games feitos por brasileiros. Mas, ainda assim, você mora na Terra de Vera Cruz.

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Meu Saci pula mais que o seu. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Está rolando uma polêmica nas redes sociais e em especial nos vídeos do YouTube sobre a pertinência ou não do uso de conteúdo brasileiro nas produções culturais - games, animações, livros, ficção, etc. Mais uma vez estão usando a figura do Saci Pererê para lastrear o discurso "nada do que é do Brasil presta". Proponho um pequeno teste de criatividade, a partir de uma consulta rápida na Wikipédia, para demonstrar que cultura nacional não se vincula diretamente com a qualidade, autenticidade ou ineditismo de uma produção. Leia com atenção.

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