Negócios

A Campus Party é uma experiência diferente. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Para quem (como eu) nunca tinha ido a uma Campus Party, a ideia que a imprensa transmite de um modo geral nos remete a um evento geek, jovem, nerd e principalmente confuso. Mas não foi isso que eu vi quando entrei no enorme espaço coberto do Anhembi. Metade do espaço é um grande estacionamento de barracas, que é o acampamento propriamente dito. Mas o grande barato não está nele e sim em todo o resto.

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Uma experiência de final de semana com Tower Defense. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

O jogo em particular não importa, até porque Tower Defense é um subgênero dos jogos de estratégia em tempo real. Você pode procurar no Google e encontrará inúmeros deles. A mecânica é bem simples: Colocar no mapa torres armadas que ficam no caminho dos inimigos, para impedir seu avanço.

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Se imposto fosse bom, ele "não seria imposto". Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

O ano começou com uma bomba, em todos os sentidos, no ramo de produção de jogos digitais: Pode valer em São Paulo ainda no começo de 2016 as regras do ICMS sobre produtos digitais comercializados via download. De concreto, o decreto de outubro de 2015 revogou um mais antigo que normatizava o imposto dos games - e de software de um modo geral.

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Onde e como procurar uma turma nos games. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Nos primórdios da micro informatização, passada a novidade do processamento digital das tarefas computacionais na década de 1980, começaram a aparecer movimentos mais voltados para o lado (digamos) social do computador. Um dos mais especiais entre eles foi o da BBS (Bulletin Board System).

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O "lado negro da força" de se fazer um game. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Todo mundo concorda que fazer um game, do começo ao fim, é uma tarefa complexa e trabalhosa. Todos aceitam o fato de que, no lançamento do dito game, aquele friozinho na barriga aparece mesmo à contragosto. A questão que muitos levantam, quando entram no mercado, é: Isso melhora com o tempo?

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O dólar tá caro? Hora de vender games para fora do Brasil! Por Paulo Luis Santos, colunista do Drops de Jogos

Estes dias um colega de indústria veio conversar comigo sobre as viagens ao exterior que tenho feito pelo Flux. Neste ano, fomos a São Francisco (Game Connection e Game Developer Conference), Vancouver (External Development Summit) e Paris (Game Connection Europe). “Vocês devem estar bem mesmo, viajando pra caramba com o dólar a R$ 4!”, ele me disse. Mas aí que está: Não é questão de estar rico ou não. É uma questão de estratégia.

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Qual jogo tem potencial para o sucesso? Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Agora que os pássaros raivosos deram uma freada violenta nos resultados financeiros e a fábrica de docinhos virtuais foi negociada pela bagatela de US$ 5,9 bi, você se pergunta: O que está acontecendo no mundo dos joguinhos do tipo que qualquer pessoa consegue fazer? Resposta: O de sempre, ou seja, movimentos clássicos tanto de compra e venda de empresas bem como a saturação deste mesmo mercado. E você tem toda razão em pensar que qualquer programador/artista mediano faz um Angry Birds ou um Candy Crush.

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