Negócios

E tudo ficou velho no mercado de games, mais uma vez. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Eu comecei a criar jogos de computador por volta de 1981, programando num computador compatível com Sinclair ZX81 em Basic, inserindo os códigos hexa diretamente na memória do micro. Não eram tempos ou condições melhores nem piores do que hoje. Era apenas bem diferente de como as coisas são feitas atualmente.

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Cinco sintomas de que a burocracia já atrasa seu desenvolvimento de jogos. Por Paulo Luis Santos, colunista do Drops de Jogos

Vamos direto ao ponto: A burocracia é um horror e atrasa muito o desenvolvimento do seu negócio. Bem debaixo do seu nariz, a cada e-mail desnecessário que vai e vem da sua caixa postal. Tal burocracia é um dos riscos invisíveis de qualquer estúdio de games – especialmente aquele que começa a crescer – e, por isso, requer uma boa dose de atenção para que você possa responder a uma pergunta: Será que você está burocratizando seu estúdio?

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O que os games têm a ensinar para as empresas? Por Thaís Chioqueti, colunista do Drops de Jogos

Cada vez mais as empresas encontram dificuldades para incentivar e engajar seus funcionários. Acostumadas com o método fordista de produção industrial, elas estão vendo seus bons funcionários escaparem pelas mãos. Convenhamos, o que a geração dos games vai encontrar de tão atrativo numa jornada de trabalho tradicional?

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Cinco insights da visita à sede da Capcom em Vancouver. Por Paulo Luis Santos, colunista do Drops de Jogos

Esta coluna Game Startup foi antecipada em uma semana. O espaço de Paulo Luis Santos no Drops de Jogos é originalmente quinzenal.

No início deste mês de setembro, tive o prazer de conhecer a cidade de Vancouver, no Canadá, uma das mecas mundiais do desenvolvimento de games.

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