O mais do mesmo nos games tem potencial? Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Fazer o primeiro jogo - completo, de preferência - é uma experiência única e não apenas pelo esforço envolvido, mas principalmente pela novidade de ter um trabalho que vai ao escrutínio público sem dó nem piedade. Passar por isso, para quem está se despedindo da adolescência ou já entrou na fase adulta, tem como resultado uma única certeza: Nada te preparou para as emoções que virão tanto se for sucesso quanto fracasso.

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Vídeos gravados ao vivo viciam no universo dos games? Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

O tema de YouTubers, como sinônimo de gameplay em formato de vídeo, desperta paixões tanto pró quanto contra. Os sucessos estratosféricos desses vlogueiros não desfrutam de uma boa reputação na comunidade de desenvolvedores brasileiros. É puro preconceito, porque ambos deveriam andar de mãos dadas.

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E tudo ficou velho no mercado de games, mais uma vez. Por Renato Degiovani, colunista do Drops de Jogos

Eu comecei a criar jogos de computador por volta de 1981, programando num computador compatível com Sinclair ZX81 em Basic, inserindo os códigos hexa diretamente na memória do micro. Não eram tempos ou condições melhores nem piores do que hoje. Era apenas bem diferente de como as coisas são feitas atualmente.

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Cinco sintomas de que a burocracia já atrasa seu desenvolvimento de jogos. Por Paulo Luis Santos, colunista do Drops de Jogos

Vamos direto ao ponto: A burocracia é um horror e atrasa muito o desenvolvimento do seu negócio. Bem debaixo do seu nariz, a cada e-mail desnecessário que vai e vem da sua caixa postal. Tal burocracia é um dos riscos invisíveis de qualquer estúdio de games – especialmente aquele que começa a crescer – e, por isso, requer uma boa dose de atenção para que você possa responder a uma pergunta: Será que você está burocratizando seu estúdio?

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