Opinião: Bruna Richter é a nossa Desenvolvedora Brasileira de 2017

Opinião: Bruna Richter é a nossa Desenvolvedora Brasileira de 2017 Foto: Pedro Zambarda/Drops de Jogos

O cenário brasileiro de jogos infelizmente reflete uma característica negativa do exterior, pois há poucas mulheres desenvolvendo títulos. Felizmente as empresas sabem da necessidade da inclusão feminina e estão ressaltando o trabalho delas.

Bruna Richter foi responsável em 2017 pela arte conceitual de Ballistic Overkill, jogo de tiro do Aquiris Game Studio que já rodava em redes sociais como o Facebook. Passando por uma profunda reformulação, o game se tornou um título tradicional no Steam.

Sabendo que o universo dos FPS é tradicionalmente masculino, Bruna insere personagens femininas e de cor negra de maneira respeitosa e sem objetificar nenhum deles. A necessidade de uma visão feminina para um título como o Ballistic torna sua importância maior para a cena brasileira de jogos.

"A anulação da presença da mulher na zona de combate, com a justificativa de que mulheres não são obrigadas a servir logo não possuem uma presença significativa, sendo que, por exemplo, 15% do exército americano é composto por mulheres e esse número aumenta a cada ano. Não é uma maioria, mas é uma realidade e representatividade importa, em qualquer jogo", disse Bruna Richter em entrevista ao Drops.

Justamente por sua consciência empregada no trabalho que Bruna é o Desenvolvedora Brasileira de 2017 escolhida pelo Drops de Jogos.

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Pedro Zambarda

É jornalista, escritor e comunicador. Formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e em Filosofia pela FFLCH-USP. É editor-chefe do Drops de Jogos e editor do projeto Geração Gamer. Escreve sobre games, tecnologia, política, negócios, economia e sociedade. Email: dropsdejogos@gmail.com ou pedrozambarda@gmail.com.

Website.: www.geracaogamer.com

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