Indie

DEBORAH Game ensina história da contabilidade, acumula seis premiações e é projeto de jogo da USP

Desenvolvido como uma pesquisa do professor doutor Edgard Cornacchione da Faculdade de Economia Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e do Grupo de Estudos de Tecnologia da Educação na Contabilidade (GETEC), o DEBORAH Game é um jogo educativo que pretende explicar 10 mil anos da história das ciências contábeis em quatro fases com diferentes períodos históricos. Drops de Jogos foi conhecer a equipe completa do projeto, que consiste em sete pessoas diretamente envolvidas. Entrevistamos Eliana Helena Dib, a gestora e designer responsável por manter a união da equipe no desenvolvimento desde 2014.

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Game do podcast 99Vidas é aprovado no Greenlight do Steam

Com quase R$ 100 mil arrecadados no financiamento do Catarse, o jogo do programa de áudio 99Vidas foi aprovado no sistema Greenlight para ser comercializado no Steam. O podcast, apresentado por Izzy Nobre, Jurandir Filho, Evandro Freitas e Bruno Carvalho, abriu crowdfunding em 31 de julho e postou o título na Greenlight no dia 14 de setembro, para ser aprovado no dia 22. O 99Vidas aborda videogames e seu jogo de plataforma com personagens baseados nos âncoras está sendo desenvolvido pelo estúdio paulistano QUByte, que tem 15 anos de experiência e parceiros na China, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Bélgica.

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O que é game indie?

Tema de debates sobre seu real significado, os jogos independentes (indie) ganharam relevância na ascensão dos videogames para PCs no começo dos anos 1990. Eles são fruto de quase três décadas dos jogos eletrônicos influenciando o mercado norte-americano e surgindo no meio japonês, sobretudo após o auge de empresas como a Nintendo. O que tornou os indies únicos desde seu início foi o sucesso alcançado sem uma publisher (publicadora), que poderia comer uma boa fatia de seus lucros inicialmente.

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Ministro da Cultura fala sobre projetos de games na TV Brasil, mas iniciativas ainda não decolam

O ministro da Cultura do governo Dilma Rousseff, Juca Ferreira, participou do programa Espaço Público do jornalista Paulo Moreira Leite (Brasil 247) na TV Brasil, em julho deste ano. Embora fale sobre a importância do governo brasileiro em investir nos videogames desde a Campus Party, que ocorreu no começo do ano, nenhum projeto do MinC ainda foi adiante com a pauta.

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"Jogo do Mensalão foi o que eu mais ganhei dinheiro", diz Renato Degiovani, primeiro desenvolvedor de games no Brasil

Em uma entrevista coletiva via Hangout (programa do Google) no dia 19 de agosto, o desenvolvedor de games Renato Degiovani (59) respondeu perguntas de Kao Tokio (Drops de Jogos), Mauricio Tadeu Alegretti (Indústria de Jogos) e José Antonio Leal de Farias (o Jalf da Prosperity Games). Famoso por ter sido o primeiro desenvolvedor brasileiro no nosso mercado ao criar o adventure Amazônia , Degiovani revelou que este não foi seu game mais lucrativo. "Eu divido a minha carreira em dois grandes momentos. Em meados de 2005 e 2006 houve um acontecimento na minha vida que eu batizei de 'a grande morte', que foi a única vez na vida que eu tive um disco rídigo que morreu. O jogo do Mensalão foi o que eu mais ganhei dinheiro em menos espaço de tempo e eu não tenho nada dele hoje em dia. Perdi naquele HD até a primeira versãozinha de teste", desabafou o designer de games aos entrevistadores.

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Trilha sonora de Horizon Chase entra em pré-venda, feita por Barry Leitch de Top Gear

O músico escocês Barry Leitch tem 45 anos e nasceu em Strathaven. Veterano nos teclados e sintetizadores, fez trilhas sonoras de jogos como Lotus Turbo Challenge, Top Gear e Rush. Leitch trabalhou em aparelhos como Commodore 64 e Super NES, alcançando seu sucesso de carreira nos anos 1990. Em 2015, o compositor se juntou com a empresa gaúcha Aquiris e deu o som para o jogo Horizon Chase, um grande tributo aos games de corrida retrô.

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